Tabagismo
Dislipidemias
Diabete melito
Nefropatia
Idade acima de 60 anos
História familiar de DCV em: mulheres < 65 anos e homens < 55 anos
Outros fatores
Relação cintura/quadril aumentada
Circunferência da cintura aumentada
Microalbuminúria
Tolerância à glicose diminuída/glicemia de jejum alterada
Hiperuricemia
PCR ultra-sensível aumentada
Tratamento Não-medicamentoso
Controle de peso
Padrão alimentar
Redução do consumo de sal
Moderação no consumo de bebidas alcoólicas
Exercício físico
Abandono do tabagismo
Controle do estresse psicoemocional
Tratamento Medicamentoso
O medicamento anti-hipertensivo deve:
Ser eficaz por via oral.
Ser bem tolerado.
Permitir a administração em menor número possível de tomadas diárias, com preferência
para dose única diária.
Iniciar com as menores doses efetivas preconizadas para cada situação clínica, podendo
ser aumentadas gradativamente. Deve-se levar em conta quanto maior a dose, maiores
serão as probabilidades de efeitos adversos.
Tratamento Medicamentoso (2/2)
O tratamento começa geralmente com monoterapia.Pode-se considerar o uso combinado de medicamentos anti-hipertensivos em pacientes com hipertensão em estágios II e III que, na maioria das vezes, não respondem à monoterapia.
A avaliação do tratamento deve ser feita após um período mínimo de 4 semanas,salvo em situações especiais,para aumento de dose,substituição da monoterapia ou mudança na associação de fármacos.
Classes de Anti-hipertensivos
Diuréticos
Inibidores adrenérgicos
Ação central – agonistas alfa-2 centrais
Alfabloqueadores – bloqueadores alfa-1 adrenérgicos
Betabloqueadores – bloqueadores beta-adrenérgicos
Alfabloqueadores e betabloqueadores
Bloqueadores dos canais de cálcio
Inibidores da ECA
Bloqueadores do receptor AT1 da angiotensina II
Vasodilatadores diretos
Principais Determinantes da Não-adesão ao Tratamento Anti-hipertensivo
Falta de conhecimento do paciente sobre a doença ou de motivação para tratar uma
doença assintomática e crônica.
Baixo nível socioeconômico, aspectos culturais e crenças erradas adquiridas em experiências
com a doença no contexto familiar e baixa auto-estima.
Relacionamento inadequado com a equipe de saúde.
Tempo de atendimento prolongado, dificuldade na marcação de consultas, falta de
contato com os faltosos e com aqueles que deixam o serviço.
Custo elevado dos medicamentos e ocorrência de efeitos indesejáveis.
Interferência na qualidade de vida após o início do tratamento.
Principais Sugestões para Melhor Adesão ao Tratamento Anti-hipertensivo
Educação em saúde, com especial enfoque nos conceitos de hipertensão e suas características.
Orientações sobre os benefícios dos tratamentos, incluindo mudanças de estilo de
vida. Informações detalhadas e compreensíveis pelos pacientes sobre os eventuais
efeitos adversos dos medicamentos prescritos e necessidades de ajustes posológicos
com o passar do tempo. Atendimento médico facilitado, sobretudo no que se refere ao agendamento